Guilhermo Santiago

Resultado de imagem para guilhermo santiago
* Diretor Royes Consultoria em Desenvolvimento Humano LTDA;

*Fundador e diretor do Projeto Unicórnio (Existente desde 1982);

* Co-autor do “Manual de Treinamento & Desenvolvimento” (Ed. Makron Books 1999).

* Co-autor do “Manual de Gestão e Pessoas” (Ed. Gente 2002).

* Co-autor do “Manual de Treinamento & Desenvolvimento” (Ed. Pearson Education 2006).

* Colaborador da ABTD – Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento.

* Criador do Método Sistemático de Organização Musical – S.O.M.

* Músico profissional com diversos prêmios em vários estados (cantor, compositor e intérprete).

* Experiência docente em diversas empresas nacionais e estrangeiras

* Ministra cursos e workshops de Desenvolvimento através da musicalidade.

* Practitioner em Programação Neurolingüística

* Professor e Pesquisador de música.

* Vencedor pelo terceiro ano consecutivo no Festival Catarinense de Teatro na categoria de Melhor Trilha Sonora.

* Participou do Proler (Projeto da Biblioteca Municipal do Rio de Janeiro de Incentivo à Leitura) ministrando workshops.

Palestra

* A Arte da (In) possibilidade: uma forma de perceber melhor a vida

Objetivos:

  •  Sensibilizar o indivíduo para uma percepção mais ampla e coerente de que antes do “saber” e até mesmo “fazer” precisamos “querer” e essa ação mora em cada um de nós (IN) para tornar “Possível” e realizável.
  •  Instigar a criatividade, flexibilidade e a coragem de buscar o novo, pois os instrumentos musicais executados (em uma grande parte), assim como no mercado com todas as mudanças, serão alternativos, sem, entretanto esquecer ou negar o que já se tem de concreto nas academias de música e também no dia a dia.
  • Aplicar todo o potencial do som e/ou combinação sonora (ou pelo menos o que pudermos perceber), para estabelecer uma analogia entre a música aplicada e a empresa, pois atualmente utilizamos a música apenas como entretenimento. Será que estamos explorando todas as capacidades criativas no mercado? Perdemos o referencial para que serve a música, mas sabemos que em tempos remotos a música tinha várias finalidades como: cura e anestesia; cálculo de contabilidade; verificação de harmonia ou desarmonia nas comunidades; etc.

Programa:

  •  Palestra aplicando os ensinamentos do Método S.O.M. (Método Sistemático de Organização Musical) por meio do Jogo das Garrafas.
  • Abordagens de assuntos que levam aos participantes a refletir sobre o dia a dia de uma forma mais ampla e resgatando valores como Ética e ser Dirigente de sua vida, através da música e contação de histórias, passando por conceitos e realidades de forma criativa e agradável.

JOGO DAS GARRAFAS

Em paralelo a apresentação expositiva, Guilhermo faz analogias com os pontos abordados na palestra tomando como base a participação do público, por meio do Jogo das Garrafas. Cada pessoa (não interessando o número de participantes, a não ser o número mínimo de cinco) recebendo uma garrafa como ferramenta, vai executar a Nona Sinfonia de Beethoven.

Em primeiro lugar o grupo é dividido em cinco subgrupos (ou departamentos; ou filiais; etc.), mas com o mesmo objetivo, isto é, fazem parte de uma mesma organização. Cada subgrupo receberá uma garrafa (por pessoa) com uma certa quantidade de água diferente um do outro. O primeiro subgrupo recebe a garrafa vazia; o segundo subgrupo com um pouquinho de água; o terceiro com um pouco mais de água; etc…

A água nas garrafas promove notas musicais diferentes pela quantidade de líquido que contém em seu interior e quando tocadas (sopradas) gera confusão sempre quando executadas nesse modo, isto é, ao mesmo tempo, pois é como se todos falassem ao mesmo momento sem dar a oportunidade e nem uma chance de se fazer ouvir e nem de ouvir o que falam e isso é provocado pelo próprio fato de experimentação do “instrumento” (Garrafa).

Quando as garrafas são executadas de forma que os outros subgrupos ouçam aquele que está executando naquele momento com a ajuda do coaching (líder) e que existe espaço para que todos os subgrupos tenham seu espaço de manifestação, começa a perceber harmonia neste momento.

Até que chega o momento que todas as pessoas dos subgrupos estão com um alto grau de atenção; concentração; foco e comprometimento, naquilo que estão fazendo, pois percebem uma melhora do primeiro tempo (garrafas sendo experimentadas) para o segundo tempo (os subgrupos executando um de cada vez dando a chance de perceber de serem ouvidos) e então neste momento eles executam a Nona Sinfonia o líder está presente, mas foram eles (as pessoas dos subgrupos) que executaram.

Principais Temas

PONTOS A SEREM ABORDADOS

  •  Cooperação (todos fazem parte).
  • Atenção; concentração; foco; comprometimento.
  • Predisposição de trabalho em grupo.
  • Visão Holística do Sistema (Neste jogo é como se não houvessem paredes separando as áreas (subgrupos) e assim uma área pode ver (ouvir) o que outra área esta fazendo) .
  • Importância do todo e de cada um como indivíduo (a sua nota musical; ou sua contribuição no processo de um objetivo) é fator fundamental, pois sem sua atuação (sua nota) é impossível atingir o objetivo (executar a música).
  • Team Building (formação de equipes).
  • Respeitar as diferenças (só é possível executar uma música se as notas forem diferentes e isso faz a diferença).
  • Auto-estima (possivelmente s lidando com um grande número de pessoas que não entendem de música, e eles estarão executando uma música importante e respeitada inclusive nos meios acadêmicos musicais). Além disso, com objetos do dia a dia (garrafas).
  • O impossível – Quando pensamos na palavra “IN” (que possuem dúbio
  • sentido) “In” de negação e o “In” dentro, e ai temos a IN POSSIBILIDADE, isto é, buscar a possibilidade dentro de nós mesmos.
TOP